No Ataque: Chamem Renato Portaluppi

 

Compreende-se a apreensão do torcedor do Grêmio quando escuta a direção anunciar como se fosse sacada genial deixar o auxiliar de Paulo Autuori no comando do time até os xeques do Catar serem demovidos da intenção de liberar o técnico dos sonhos dos dirigentes. Trata-se do mesmo Renê Weber que coleciona fracassos como treinador. Demitido no primeiro turno do Gauchão após o medo do rebaixamento assombrar o Centenário, bastou ele sair para o Caxias decolar rumo a final da Taça Fábio Koff.

Como, então, Renê Weber pode ficar à frente do Grêmio até o final de abril, se o tal Abudullah bin Hamad Thani não liberar Autuori agora? E se o xeque encasquetar que Autuori terá mesmo que ficar para a Copa do Emir, até o dia 17 de maio? O Grêmio entrará Brasileirão adentro com Renê Weber?

Nem o formidável 2 a 0 sobre o Universidad, no Chile, pode mascarar um erro assim. Autuori precisa trabalhar o time. Não pode chegar correndo e ir direto para a casamata de um jogo. Melhor que tudo se revolva mesmo até amanhã, conforme o prometido pelo vice de futebol André Krieger. Se a substituição de Celso Roth continuar arrastada como está, chamem Renato Portaluppi. O herói de Tóquio não é melhor do que Autuori, mas incendiaria os oito jogos de mata-mata até a final da Libertadores como nenhum outro. No embalo do delírio da torcida.

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