Ubuntu versus Vista Parte 1

Ubuntu versus Windows Vista: a batalha pelo seu desktop
 

por Serdar Yegulalp / InformationWeek EUA

15/04/2008
 
O Linux finalmente está pronto para competir com o Windows como um sistema operacional para desktop? Os dois foram testados. Veja quem vence
 

O senso comum sobre Linux em desktops pode ser traduzido como algo assim: “O Linux estará pronto para desktops assim que eu tiver uma distribuição que até mesmo minha avó possa usar.”

Já faz algum tempo, o pessoal que trabalha no Ubuntu vem fazendo todo o possível para deixar a vovó – e a maioria das pessoas – felizes. Eles vêm tentando criar uma distribuição do Linux que seja fácil de instalar, utilizar, configurar e fazer a manutenção – que seja, pelo menos, tão fácil quanto o Windows e, sempre que possível, ainda mais fácil. Como resultado, o Ubuntu é uma das distribuições do Linux que vem sendo mais diretamente divulgada como uma alternativa para o Windows.

Nesse aspecto, vou comparar o recém-lançado Ubuntu 7.04 (codinome Feisty Fawn) com o Microsoft Windows Vista, em uma série de categorias. Para manter uma igualdade de condições o máximo possível, estou considerando os aplicativos em todos os aspectos – não somente no sentido relativo a “programas”, mas no que se refere ao que o usuário médio geralmente realiza com o sistema operacional em um dia de trabalho. Algumas vezes, as diferenças entre os dois sistemas operacionais são muito grandes, mas às vezes, eles se equiparam – o OpenOffice.org, por exemplo, é instalado por padrão no Ubuntu, mas usá-lo no Vista não é tão difícil.

Na medida do possível, procurei ater-me ao software pré-instalado, embora esta regra tenha sido um pouco modificada – por exemplo, para verificar quais soluções de backup estavam disponíveis para o Ubuntu por meio de seu próprio catálogo de software.

Além disso, embora eu estivesse tentado a comparar a interface Aero, do Vista, com o gerenciador de janelas do Beryl (que tem uma paleta de efeitos visuais similar), cheguei à conclusão de que as belas imagens, embora úteis, tinham mais a ver com a preferência pessoal do que com a eficiência. Acontece que o Beryl não está instalado por padrão no Ubuntu e a interface Aero não está disponível em todos os PCs.

Em cada caso, tentei levar em conta os benefícios práticos, em vez de considerar os teóricos – ou seja, o que funciona, o que não funciona, e o que é preciso fazer para conseguir que determinadas tarefas sejam realizadas. Também observei que, apesar de ser um grande fã do Vista, tentei evitar que meu entusiasmo influenciasse meu julgamento. Todo mundo precisa de algo diferente, e nem todo mundo precisa (ou quer) o Vista – ou o Ubuntu –, por isso, fiz tudo que pude para manter minha mente e meus olhos bem abertos.

mais informacões em http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=47167

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