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blog entrará de férias a partir de

hoje até o dia 2 de

agosto,espóradicamente,haverá

 algum post,quer falar comigo

cabeção,tc aí luciano-fadel@hotmail.com e vamos bater

um papo no msn,abraços e olha os

modos na minha falta.

Divulgação

 

Por algum tempo, fui usuário exclusivamente do Linux. Depois, com o surgimento do Windows 7, não resisti e acabei usando o windão. Já minha mulher, sempre teve um Windows XP no seu note. E só tocava no Linux em casos de necessidade extrema.

Agora, que um vírus coloca em risco todas as fotos e planilhas (sim ela também gosta de Excel) da minha querida esposa, a decisão foi unânime. Linux em todos os terminais da casa já!

É pelo Linux que eu espero resgatar os arquivos, com um live CD do último Ubuntu. Feito isso, é só clicar em instalar e já era.

Não pense que fui descuidado. Tinha anti-vírus, mantinha as atualizações do sistema operacional. Mas mesmo assim, de alguma forma, o danado nos infectou.

No passado, já perdi muitos arquivos por vírus. E mesmo as regras do “não baixar Power Point”, “só navegar em site conhecido”, “passar anti-vírus nos pendrives e disquetes”, não me salvaram desta vez.

Por isso decidi cortar o mal pela raiz e me livrar do sistema operacional mais utilizado, e mais vulnerável (pelo que tenho observado).

Sei que muitos usuários Windows podem se indignar com este post, dizer que o problema foi o meu uso e tal. Mas, lembro, este espaço é um espaço para opiniões (minhas e suas). Não se trata de uma matéria, ou um texto com dados, mas apenas um relato particular, com o qual sei que muitos irão se identificar.

Continuo achando que o Windows vale a pena, só não tenho mais paciência para lidar com as questões de segurança.

A Microsoft deve aproveitar a conferência com empresas parceiras da próxima segunda-feira para apresentar novidades no pacote de produtividade Office. Excel, Word e companhia devem ganhar suas versões para web, além de um pré-lançamento em beta do pacote 2010. O encontro anual de parceiros se realiza em Nova Orleans, nos Estados Unidos.

Em princípio, indica o site Neowin, serão apenas demonstrações dos produtos.

O funcionamento deve ser similar ao de outras aplicações de produtividade, como o Google Docs. Serão versões limitadas em recursos do Word (editor de texto), Excel (planilhas eletrônicas), PowerPoint (software para apresentações) e do OneNote, prontas para rodar diretamente no navegador de internet do usuário.

Serviços em cloud computing (computação na nuvem) como estes agregam ao conceito de softwares de produtividade características da internet, como o acesso em qualquer máquina conectada e facilidades de compartilhamento e edição conjunta de documentos.

Segundo o Neowin, que obteve suas informações com uma fonte que pediu para não ser identificada, a Microsoft quer proporcionar aos usuários uma experiência similar ao MS Office independente do meio de acesso (desktop, laptop ou celular).

A sincronização entre dispositivos com Windows, incluindo celulares, deve ser outro ponto forte dos APPs, diz o Neowin.

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Pega, kss-kss! Gates e Schmit se encontram

Schimit (esquerda) e Gates (centro) se encontraram em Sun ValleyFoto: Nati Harnik, AP
Nati Harnik, AP

O Wall Street Journal flagrou o encontro na hora do almoço de dois caras por trás dos titãs da era da informática. Bill Gates, que dispensa apresentações, e Eric Schimit, CEO do Google, dividiram a mesa em Sun Valley no mesmo dia em que o Google anunciou seu concorrente do Windows, o Chrome OS.

Advinha qual foi o assunto? Qualquer um, menos o Chrome OS, segundo o jornal norte-americano.

Schmit e Gates não falaram sobre o grande assunto da semana no meio tecnológico? Acredito (sem ironias). Pelo que diz o jornal, Schimit não queria o desenvolvimento do Chrome (navegador) e muito menos do Chrome OS (sistema operacional).

Foram seis anos de resistência de Schimit contra os cofundadores do Google Lary Page e Sergey Brin.

Um dia, porém, apareceu um protótipo do Chrome, e o executivo deu o braço a torcer e se rendeu ao produto. Então, foram seis anos de amadurecimento da empresa, de lançamentos em cloud computing, e de evolução da internet como um todo para que o Google projetasse um software com foco em netbooks e na nuvem.

Valeu a retranca.

Toda essa demora, porém, não é o motivo pelo qual acredito que o bate-papo de almoço entre Schimit e Gates não tenha incluído o Chrome.

§ 1º – O Windows 7: tanto na versão beta quanto no Release Candidate, o Windows 7 já deu provas de que pode dar novo vigor ao sistema operacional da Microsoft. Chegando no mercado ainda este ano, quando o Chrome aparecer, o Windows 7 já deverá ter reduzido à vaga lembrança todos os problemas com o Vista. Além disso, a nova versão do SO da Microsoft também rodará em netbooks.

§ 2º – Office Online: está previsto para segunda-feira o lançamento de uma versão na internet do pacote de produtividade da Microsoft. Finalmente, o líder de mercado chega na nuvem com Word, Excel e PowerPoint, onde o Google já oferece concorrência.

§ 3º – O Bing, lançado no início do mês passado, tem se mostrado um bom buscador, capaz de superar concorrentes e até ficar logo abaixo do Google no mercado.

§ 4º – Apesar das farpas, nada mudou ainda. Microsoft ainda é a líder do mercado de sistema operacionais (e deve ser por um bom tempo) e o Google ainda é o soberano nas buscas (idem).

§ 5º – Era a hora do almoço. Dá uma folga pros caras!